quarta-feira, agosto 30, 2006

 

o desequilíbrio da mensagem

Nos manuais de ‘escrita criativa’ dizem-nos sempre para escrevermos sobre coisas que parcialmente entendemos!Cheguei à conclusão que isso se resume a uma única ‘coisa’ – a mensagem.Depois de se saber fazer o Relatório para o TRATAMENTO COM ESTRUTURA podemos escrever sobre ‘qualquer coisa’......Desde que haja uma mensagem. Se não houver uma mensagem o resultado é a ‘Margarida Rebelo Pinto’. Se pusermos a mensagem é um José Luís Peixoto, acho eu porque não li nenhum livro ‘dele’. Mas dizem que é ficção literária e ‘isso’ pressupõe que tem a mensagem!A mensagem, meus senhores, não é o ‘carácter’ (propósito), a ‘premissa’ (tema) ou a ‘questão’ (enredo) e nem a ‘preocupação’ (história).É sim, ‘o Autor estar ciente da mensagem’. (Dramatica, página 13)Depois vem, ‘claro’, ‘o desequilíbrio que começou a história’.A palavra chave para estar ciente da mensagem é o DESEQUILÍBRIO.Pode haver um desequilíbrio, antes ou depois do Relatório, para o Tratamento com Estrutura estar feito.O desequilíbrio da mensagem é muito simples (ou literal), por exemplo: Sexo, religião ou história. E, daí, pode advir ‘a motivação que dá à personagem a força para se “mover”.’ (Dramatica, página 63)Só então é que se pode escrever o texto. -- Ou seja, por outras palavras, evitar grandes revisões e literatura light.Com amor, Luís Santana

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