segunda-feira, agosto 14, 2006

 

oi paulo m. agradeço imenso

oi paulo m. agradeço imenso o teu contributo/ideia/enredo, mas, pá, eu só perguntei 'como se faz ou se estrutura um rótulo', não foi? ; ) bem, também te peço desculpa porque devia ter incluído o termo, (rótulo) 'literal' -- a sua significação literal sem a codificar -- e não fiz, e daí o malentendido : ( um abraço grande, e obrigadoluis santana p.s. um aparte, quando escrevo ficção, escrevo literalmente, e digo 'isto' literalmente. Citando "Paulo M." Original Message ----- From: > olá, já descobri o objectivo principal da história -- rotular o planeta. > bem,> agora, tenho outro problema não sei como se faz/estrutura um rótulo (quer> dizer, nem eu sei e muito menos as personagens!). OK. Eles trabalham para um grande consórcio a quem o governo mundial sub-alugou a tarefa de rotular os planertas para depois os colocar num imenso directório de planetas a vender pelas empresas interessadas em exploração espacial; obviamente, é um imenso negócio (é tipo as listas de endereços de e-mails ripados que se vendem a empresas de spam), e há empresas que gostam de influenciar os exploradores para que sejam atribuídas pontuações erradas aos planetas (para assim venderem mais planetas aos potenciais clientes que só depois descobrem que o planeta não corresponde aos seus interesses); claro que há vários interesses envolvidos na coisa: desde um explorador obsessivo que se acha o melhor do mundo e quer tudo feito de acordo com as regras, e de quem nenhum colega gosta apesar de ser ele quem está certo, até o explorador baldas que se deixa influenciar pelos outros sem ganhar nada com isso, até ao explorador corrupto que está na folha de pagamentos de subornos de imporantes empresas e que tenta influenciar o baldas enquanto anda a tentar comer a exploradora loira que gosta do baldas apesar de ser o amor da vida do obsessivo (quadrado amoroso, topas?) Claro que há importantes investigações a pontuações erradas que deram grandes prejuízos, e o consórcio anda na peugada dos exploradores corruptos, auxiliados pela polícia que tenta descobrir quem assassinou o irmão do baldas, também explorador, e que ia testemunhar contra as grandes empresas. O problema é que descobrem vida no planeta, vida inteligente, apesar do planeta ser fonte dum combustível poluente muito procurado, o que implica sacrificarem os autóctones dando-os como animais sem cérebro (de facto, são seres sem cérebro, mas que usam outra forma de inteligência e por isso não são reconhecidos como tal); no final, o corrupto é denunciado, o baldas sacrifica a vida para salvar o planeta como forma de expiar ter sido cúmplice dos que mataram o seu adorado mano, e o obsessivo fica com a loira e é promovido a director numa grande operação "mãos limpas". Podes chamar-lhe "Cerebrum", era fixe. Claro que podes modificar estas ideias à vontade.

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